Segundo alguns pesquisadores americanos, desses que não tem mais nada para fazer na vida, a paixão aciona duas das regiões mais profundas do cérebro (núcleo caudado e área tegmentar). Essas áreas são responsáveis também pelo prazer provocado por uma recompensa como beber água quando se está com sede, comer quando se está com fome, tomar uma cerveja gelada quando se está com calor.
Ainda segundo a pesquisa o amor apaixonado faz o coração bater mais rápido, a pressão arterial subir, as pupilas dilatar, a temperatura variar bruscamente, o estômago apertar e as mãos tremer. Então, por uma questão de auto-preservação o ser humano não foi feito para viver constantemente apaixonado.
Os pesquisadores afirmam que a paixão dura cerca de 36 meses, depois disso ou a pessoa sai em busca de novas paixões ou já casou e vai levar uma vida de companheirismo.
Não sei exatamente o que acho disso. É fato que a paixão passa depois de um tempo mas o amor, se existir, continua e se transforma em algo muito legal.
Humm… esse meu post começou científico e terminou meio gay. Ficou até parecendo o Ganesha.


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